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‘Reage, Rio’ debate as soluções para a cidade se tornar mais inteligente

‘Reage, Rio’ debate as soluções para a cidade se tornar mais inteligente

O conceito de cidade inteligente tem sido debatido no Brasil e no mundo nos últimos anos. Embora o tema seja ligado à ideia de alta tecnologia — é frequentemente associado a câmeras de monitoramento, à inteligência artificial e à internet —, quem o estuda costuma identificá-lo como um conjunto de práticas que torna um lugar mais amigável às pessoas. As melhores soluções para alcançar esse objetivo serão discutidas na próxima edição do “Reage, Rio”, realização dos jornais O GLOBO e “Extra”, com patrocínio de Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e apoio da Oi.

A pesquisa da Urban Systems propõe uma forma de avaliação de avanços baseada em 70 indicadores de 11 áreas: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, inovação, saúde, segurança, educação, empreendedorismo, governança e economia. O Rio vai bem em inovação, quesito em que lidera. No entanto, ainda não passa de ano em pontos básicos: é a 33ª cidade no ranking de segurança e fica em 10º lugar em saúde.

Thomaz Assumpção, diretor-executivo da Urban Systems e organizador do ranking, destaca que o saneamento básico ainda não atende toda a população — um problema que se desdobra em outras frentes, como saúde. Mas lembra que o Rio tem as bases para se destacar em outras frentes enquanto lida com problemas crônicos. A liderança no ranking em inovação, por exemplo, se deve a fatores como cobertura 4G (são cinco operadoras com o serviço, contra duas na média nacional). Em empreendedorismo, destaque para as 20 incubadoras da cidade.

— Os quesitos nos quais o Rio de Janeiro se destaca, educação, empreendedorismo e tecnologia, são um pouco da base para o desenvolvimento de cidades inteligentes — afirma Assumpção.

Essa vocação também é a aposta de Robert Janssen, diretor da OBr.global (Outsource Brazil), uma aceleradora de startups. Vivendo entre o Rio e os Estados Unidos nos últimos 30 anos, o executivo ajudou a articular o Observatório Brasileiro de Cidades Inteligentes (OBCI), um projeto baseado no Vale do Silício — polo na Califórnia de onde saíram gigantes como Google e Facebook.

A iniciativa tem como foco aspectos legais. O observatório mapeará exemplos de locais que lidam bem com regulação de novas tecnologias e os apresentará aos legisladores brasileiros. O Rio será a primeira cidade a receber um relatório, que o OBCI levará à Câmara Municipal em outubro. Janssen destaca que isso é fundamental para atrair investimentos:

— O Rio não perdeu protagonismo. Deu uma queda por causa da crise, mas tem legado.

Link para a matéria no O Globo: https://oglobo.globo.com/rio/reage-rio-debate-as-solucoes-para-cidade-se-tornar-mais-inteligente-22763402

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